cushicushicushi
É bom sentir o mundo inteiro de férias. Traz-nos esta invulgar sensação de liberdade, como se pudéssemos fazer o que nos apetecesse sem que haja alguém para nos julgar por isso. O tipo de impunidade que, presumo, sentirá uma criança, e deve ser por isso que me sinto assim tão exaltado, e tão pateta. Mas isso, claro, pouco me importa, já se vê. Não sei justificar este prazer que sinto em andar descalço e cantarolando pelos cinzentos labirintos deste meu local de trabalho onde no resto do tempo, ataviado com uma gravata ao redor do pescoço, finjo ser uma pessoa séria. Mas é irrefutável que me dá um especial deleite. É isto, Agosto, em Lisboa, a trabalhar. É como poder estar aos berros no meio do mar sabendo que ninguém nos ouve, …
… ou poder escrever baboseiras num blog que sabemos ninguém lerá.
Qual blog?
eheheh
será que não?
mau
(e a ajeitar, embaraçado, o nó da gravata, já quase vestido de homem normal)
deixa lá a gravata. calça só os sapatos.
É isso… se queres dançar, vai-te calçar.
ahah Bill, bem a propósito. Então não vês Karla que saímos no sábado à noite e este gajo obrigou-me ir a casa trocar as chinelas por uns sapatos? pffff
(e eu a abrir a pista de dança com o velhinho de fato de linho branco e gravata, a cumprimentar-me cordialmente por entre os seus volteios, então não teria muito mais piada, por contraste, se eu estivesse de chinelas caneco?!)
Bill, como era o nome do artista do Maxime? será que tem site? epá, que o homem merecia uma hiperligação, com os meus respeitosos afectos, que gente assim já não há.
Victor Gomes
http://www.cabaret-maxime.com/home.html
[...] que ao contrário de outros, e não aponto o dedo a nenhum blogger que nada tem para fazer além de(http://apenasmaisum.wordpress.com/2007/08/06/cushicushicushi/), os contactos estão práaticamente todos a ser re-encaminhados para o meu telémovel e ainda se [...]
o mundo inteiro de ferias? o teu mundo acaba no teu jardim? caramba, quem e quer ferias no inverno. so mesmo tu…