pronto
Acabaram-se. Agora é caçar as adriças e lançar rumo até meio de Agosto.
[recuperando a adriça do balão no topo do mastro - Mar Jónico - Junho de 2008]
Durante uns tempos este espaço irá retratar e guardar as memórias ainda quentes da nossa última viagem no Tugatoo, o veleiro de 57 pés que nos vem acolhendo quase todos os anos para nosso grande júbilo. Na maior parte das vezes, temos ido para Mallorca e Menorca, ou ainda perto, para Ibiza ou Formentera, como no ano passado, mas também já nos alongámos até Itália. Assim, em modelo familiar, vestidos com miudagem, este ano terá sido o mais longe que nos estendemos para diante: Grécia.
De Atenas (Pireu) descemos ao largo do poliponeso, passámos Hidra, rondámos a sul da península grega e rumámos a norte agora pela costa oeste da mesma. Aí, já no mar Jónico, fomos pingando de ilha em ilha, vagabundeando como sempre no sopro do vento. Paisagens luxuriantes, água a 30ºC, as festas do vento morno trazido pelo mar do fim do dia, comida divinal, a boa companhia de sempre, há muito para mostrar.
Haverá também algo que contar e que se pode associar às imagens, há sempre. Eu irei trabalhar de apneia até meados de Agosto e pouca disponibilidade sentirei para mais do que ir afixando algumas fotos desta memória ainda morna, (embora não me veja resistir sem lançar, ainda que breves, comentários aqui e ali). Para mais que isso convidei o Diogo, para me ajudar a montar este álbum.

que maravilha. se não estivesse tão radiante, até ficaria com inveja! :)
sejas bem-regressado, querido amigo.
Todo pimpão na cadeirinha… foram os putos que te meteram lá em cima, não te deixaram lá para a noite?
Ver-te radiante, e isso suplantar a justíssima inveja que legitimamente te poderia ser dada sentir, é de facto ponto de grande amizade Susana. Tentaremos não desiludir agora, com o relato que ficará sempre aquém.
Bill, esqueci-me de te pedir autorização para levar a tua máquina ao topo do mastro, nem lhe perguntei se ela tinha vertigens pá. Espero que ela te seja devolvida nas mesmas condições, sem convulsões vomitosas e essas coisas que ocorrem lá de cima entre os 6 metros de arco de oscilação.
Olha, regressado e dependurado!
Bill, sabes o que fui lá fazer? fui buscar a adriça do balão, a vermelha. Da primeira vez que o içámos, um través, vento moderado, tudo descontraído e …. pummm, um granda estrondo, o barco a borregar, o balão todo na água. Nem te preciso contar o que iria acontecer se o pano se deixasse mergulhar não é? era ver o pessoal todo alinhado a sotavento a arrepanhar o balão. De resto não houve assim mais acidentes, a não ser o ferro que se prendeu e lá teve de ir o gajo desencravá-lo ao fundo, ah, e o dingy mais canino que rasgou as borrachas com o cabo que o estava a rebocar, e pronto, de resto não houve mais incidentes, que me lembro.
Olá Cat, e então por cá, ‘cheia de gente’?
Quim Beja, pá! E ainda me faltam dezassete “cruzes”.
é sempre um prazer ver os nossos amigos com prazeres tão grandes.
e ainda dizem que tens mau feitio…
existe teste maior à personalidade de um humano que a exiguidade do poço de um veleiro? e tu sempre passaste com distinção… não resisto ao cliché:
antes mau feitio que nenhum feitio!
bem revindo!!! informação importante para quando me mostrares as fotos: continuo a gostar muito do vinho do Douro….
Ainda bem que voltaste. :) Pelas imagens dá para ficar verde sem necessariamente ser adepta do Sporting. ;)
E com algum desbragamento quase tinha vontade de te pedir esta foto para a minha rubrica das 5ªs. ;)
Maria A., as minhas fotos são as tuas fotos. serve-te à vontade