Se nem aos homens que agora me moram por dentro
se nem a esses assim tão perto,
têm destreza para me juntar
Bastaria um intervalo morno de fim da tarde, porque não
e ali, ali umas cervejas, a molharem a galhofa
e claro, imensos risos a cruzarem o alvoroço de sempre
e imensas conversas
imensos futuros.
E depois, nós, tantos, nós já tantos
um clarão intenso dos homens que ainda vamos ser,
em abraços de olhos quentes, de olhos de sempre
a despedir-nos de novo,
antes de partirmos mais outra vez.
(porque são sempre tão bonitos os dias em que as minhas pessoas partem?)
Agosto 29th, 2011 at 2:10 pm
que sao os belos dias que as criancas nascem .
Setembro 15th, 2011 at 12:33 am
Oi! Muito interessante teu blog, gostei! Parabéns! Olha só: postei no meu blog um texto do teu blog Apenas mais um: Só por hoje! Coloquei um link! Tudo bem? Qualquer coisa me avisa! Desde já agradeço tua atenção!
Beijos, Renata.
http://arteconsciente.net
Setembro 15th, 2011 at 4:36 pm
Renata, vejo que andou viajando pela versão anterior deste blog. Claro que pode levar o texto, que nem tão pouco é meu. Trata-se de uma espécie de “9 mandamentos” dos AA, e isso vê-se pela força que transmite, como se o enorme exercício em que eles mergulham se pudesse assim vestir das exactas palavras que, minuto a minuto, dia a dia, lhes vivem por dentro.
Um abraço
Dezembro 20th, 2011 at 10:04 pm
Ainda não tinha visto… de repente lembrei-me que poderias ter escrito alguma coisa por estas dias. Grande Zé! Um beijo!
Dezembro 20th, 2011 at 10:05 pm
Não me identifiquei….
Teresa C.
Janeiro 8th, 2012 at 3:19 am
Um beijo teresinha. e tanto que eu tenho pensado nele.
Janeiro 17th, 2012 at 10:06 pm
eu tb! beijinhos, Zé.
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