Monthly Archives: Setembro 2006

Emissão simultânea

Isto de andar a mudar de plataformas de blogues faz-me lembrar as bichas na estrada: A nossa é sempre a mais lenta. A não ser que mudemos para a faixa do lado pois nesse caso passará a ser essa, a nossa, a mais lenta de todas.

Assim sigo agora, mas ocupando as duas faixas de rodagem.


Mais um prego, que a casa não caiu

curvascontracurvas.JPG

ainda do tempo em que era ‘poeta e pintor’

(depois alguém me disse que este desenho representava a cara de um coelho, e passei a pôr só vírgulas entre as palavras)


Oh “4809”, pá

Desculpa lá. Não sei se já tinhas reparado ali na coluna da direita, a da navegação e tal, e nos links que lá pus. Mas se aquilo serve para eu navegar então tenho de lá pôr aqueles que efectivamente uso. Espero que não consideres isto abuso da minha parte. Da minha parte e da dos outros 3497 que usam esta tua paragem de autocarro para apanharem a carreira para a blogosfera.


Hipo … quê?

condriaco.JPG


Mais uma nota para o manual do ex-fumador

[post de leitura não recomendada a leitores impressionáveis em geral, fumadores com vontade de o deixar de ser, e família próxima que (extraordinariamente) ainda dê credibilidade aquilo que me ouve dizer]

É curioso verificar que os males que se me notavam, na pele amarelenta, nos olhos baços, nessa postura mofenta e anémica que era eu, quando fumava, se limparam da minha superfície ainda nem chegados os quatro meses de abstinência.

Agora, sinto-os por dentro – esses males habitam neste momento algures nos subterrâneos deste desventurado corpo. Em vez de escorraçados, sinto-os afundaram-se – e alastrarem-se – ainda mais em mim. Não sou médico, mas algo me diz que as maleitas se enganaram no lado por onde deveriam estar a sair.


111 dias

Acabei de lhe perguntar se achava que deveria voltar a fumar. Disse-me que “Não. De maneira nenhuma”. Isto deve querer dizer que ou o meu casamento já se perdeu definitivamente, ou o meu aspecto, afinal, ainda aparenta ser mais grave do que eu julgava. Ou então – e inclino-me poeticamente para esta hipótese – tenho uma mulher que não mereço.


Experimentando pregar um quadro … (pladur ou tijolo?)

 

riscando com paintbrush

originalmente publicado aqui


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