Budapeste

O dia da partida ainda me deixou desentorpecer as pernas na parte da manhã. Apontei ao parque da cidade. Também aí, ainda que esparsas, as construções arquitectónicas não deixavam de surpreender. Esse foi o caso dos banhos públicos onde acabei por esbarrar. O frio (pouco mais que zero graus) e a curiosidade bastaram para me fazer entrar edifício adentro. Logo ali, pelas janelas altas do átrio de entrada, revelou-se-me então esta fabulosa imagem. O vapor levantando-se da água a 30ºC, emoldurado pelo belíssimo edifício de princípio de século, criava este maravilhoso ambiente diáfano, como se subitamente o mundo se tivesse transformado numa tela renascentista.

Banhos Públicos de Budapeste, Março de 2013 (fotografia não retocada)

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