da natureza

A primeira casa que habitámos tinha um terraço virado a poente com vista sobre a ‘mãe-d’água’. Era o melhor espaço do mundo para pousar o fim da tarde. Aí, num canteiro abandonado, sobreviviam um hibisco e uns pés de beldroegas. O hibisco perdurou por mais três lares e 28 anos depois ainda medra no meu pátio. As beldroegas consumimo-las em deliciosas sopas.

É assim, nem tudo pode ser mera poesia. Há coisas que fazem mesmo falta.


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