Monthly Archives: Abril 2007

Luis de Camões, (que bem o diz)

(…)

Que dias há que n’alma me tem posto
um não sei quê, que nasce não sei onde,
vem não sei como, e dói não sei porquê.


Das guerras que ficam para contar

Quando chego a casa já o jantar terá acabado. Há muito tempo. Nos dias comuns é a minha mãe quem primeiro chega do trabalho, depois chegará o meu pai, e quando finalmente cai a noite já todos nos vamos sentando à mesa, em família. Mas hoje faltei eu.

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O som perguntou ao vento
Vento para onde me levas tu?
Levo-te para onde moram as saudades do sítio de onde partes – respondeu o Vento. E continuou: – Quando lá chegares serás nada, e eu, Vento, serei apenas Solidão …

[Autor desconhecido]


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