Monthly Archives: Agosto 2009

 

man over the sea !

 

(volte mais tarde)

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é preciso é calma

… que já faltou mais

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… já faltou mais

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eu era mais fatias douradas

Fim de tarde e os quatro pela D. Carlos I abaixo. Carpindo-se já algum cansaço acabamos por ceder à facilitude da fast food e entramos por ali adentro, alguns rejubilando, outros resignando-se.

Anotam-se então os pedidos, mas o Francisco hesita – isso nele pouco habitual naquelas circunstâncias. Por fim, trauteando contas de cabeça, interroga-me:

– Pai, eu posso escolher o que quiser pelo mesmo preço do MacMenu?

– Claro.

– Por favor, então eram 5 (!) hamburguers simples e uma garrafa de água.

– …

 

… e despachou-os a todos antes de eu dar conta do meu.

 

[a propósito, eles andam pelos algarves faz semanas, atrás da gentileza dos tios; a estes tenho de me lembrar de lhes levar dois perús e um vitelo para atenuar a perda doméstica]


sounds familiar

 Férias !


e pronto!

ao fim de duas semanas a minha menina de 9 toneladas já tem de novo as 13 sapatas firmes no chão.

laser

e agora vou ali ver se arranjo mais dois ou três embróglios que ainda falta muito para as férias.

 

(Cristina, bonita não é? era assim que a julgavas?)


Duas semanas

É o tempo que a espuma das férias ainda demorará para me levar com ela.

ai ai ai

(pode ser que até lá ainda consiga refrear este mau feitio)


calor, caracóis e irritações

Nunca as coisas que verbalizo serão melhor ditas se forem escritas, nem tão-pouco as coisas que nascem escritas terão melhor sentido se forem depois repetidas faladas. Nós somos os vários universos da nossa capacidade de expressão, somos o desejo de sermos compreendidos e para isso usamos do direito individual de elegermos a forma que quisermos, e até nisso dizendo também. A capacidade de nos manifestarmos perante os outros vive da complementaridade das formas de expressão que empregamos, ou que não usamos, porque até no silêncio tomamos a opção de nos manifestarmos. E são todas as formas de nos ‘gritarmos’ que formam o todo, mas o todo que somos não pode ser aduzido por apenas uma delas. Que não nos peçam que falemos hoje o que ontem escrevemos, que não nos exortem a escrever o que agora falámos. Todos os homens têm a liberdade de se exprimirem como quiserem, quando o quiserem e de aí escolherem quem os ouve. Incitar alguém a reescrever-se, a elaborar de novo formas de si, por uma qualquer razão ou deleite egoísta – essa espécie de repetição a pedido do que os outros já foram ou disseram – é uma violência tão grande como obrigar-nos a fingir que vivemos de novo o que de nós já foi, o que por nós de bastante já dissemos. E é cruel. E é hipócrita.

E tenho dito: agora, escrevendo-o! (sim, abro uma excepção)


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